Na China tem Pix? Tire suas dúvidas e conheça alternativas
Entenda se o Pix funciona na China e quais são as melhores alternativas de pagamento para brasileiros no país.
Se você está planejando uma viagem à Argentina ou precisa enviar dinheiro para alguém que mora lá, provavelmente já se deparou com alguma notícia sobre a expansão do Pix para além das fronteiras brasileiras. Mas, afinal, será que o Pix funciona no país vizinho?
Neste guia, você vai entender se é possível pagar com Pix na Argentina, quais são os custos envolvidos e as principais alternativas de pagamento para brasileiros no país.
Além disso, vamos mostrar como a Wise pode ajudar você a economizar na viagem, convertendo seu dinheiro para peso argentino com câmbio justo e tarifas reduzidas.
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Não. O Pix é um sistema de pagamentos instantâneos criado e regulamentado pelo Banco Central do Brasil, e sua operação se restringe ao território nacional.¹ ²
A Argentina conta, por sua vez, com seu próprio sistema de pagamentos instantâneos: o Transferências 3.0, lançado em 2020 pelo Banco Central argentino (BCRA), que funciona de forma semelhante ao Pix entre contas locais.
O que começou a pipocar, no entanto, nos últimos anos foram iniciativas independentes de instituições financeiras — como o Banco do Brasil e o Mercado Pago — que desenvolveram soluções próprias para permitir que brasileiros paguem com Pix em estabelecimentos credenciados na Argentina.³ ⁴
Não oficialmente. Ainda assim, o Pix pode ser usado em alguns estabelecimentos do país graças a soluções financeiras que viabilizam o pagamento para turistas brasileiros, como:
Em março de 2026, o Banco do Brasil lançou o chamado "Pix no Exterior", em parceria com o Banco Patagonia — instituição financeira argentina que integra o conglomerado do BB. A solução, que permite que brasileiros usem o Pix para pagamentos em lojas físicas no país, conta ainda com a infraestrutura tecnológica da Coelsa e da plataforma de cobranças Wapa.
Antes do lançamento do Banco do Brasil, o Mercado Pago já havia desenvolvido uma solução semelhante. Desde fevereiro de 2025, turistas brasileiros podem pagar com Pix em estabelecimentos com maquininhas do Mercado Pago (Point Smart) na Argentina.
Apesar dessas iniciativas, a aceitação do Pix na Argentina ainda é limitada e concentrada em estabelecimentos específicos, principalmente em áreas turísticas. Por isso, é recomendado contar com outros meios de pagamento, como cartão internacional ou dinheiro em espécie, durante a viagem.
O Pix é aceito em alguns estabelecimentos na Argentina, principalmente em áreas turísticas, por meio de soluções como as do Mercado Pago e do Banco do Brasil. Em geral, os locais que aceitam Pix costumam sinalizar isso com adesivos ou placas na entrada ou no caixa.
Em Buenos Aires, por exemplo, há relatos na imprensa sobre o uso do Pix em regiões como a Calle Florida, em lojas e cafés; em pontos como a Cachafaz, marca famosa de alfajores, em La Boca; e até na Feira de Antiguidades de San Telmo.⁴ ⁵
Fora da capital, o pagamento com Pix é oferecido em locais como o Duty Free de Puerto Iguazú, na região das Cataratas do Iguaçu.⁶
Pagar com Pix na Argentina é parecido com o processo no Brasil, mas é preciso checar antes se essa opção está disponível. Em geral, o processo é o seguinte:
Normalmente, não é necessário nenhum cadastro prévio nem habilitação especial — basta ter o Pix habilitado na conta brasileira e acesso ao app do banco no celular.³
O Pix em si não tem custo para pessoas físicas. O que muda quando ele é usado na Argentina é que, por trás da transação, há uma operação de câmbio: o valor da compra, em pesos argentinos, é convertido para reais. Por isso, há custos adicionais envolvidos.
Em outras palavras, o valor final debitado em reais não é uma simples conversão do preço que você vê em peso argentino pelo câmbio comercial — há outras variáveis incluídas nesse cálculo, que muitas vezes podem passar despercebidas.
Como a aceitação do Pix em estabelecimentos na Argentina é limitada, é necessário dispor de outros métodos de pagamento durante a viagem. Até porque, essa não é necessariamente a opção mais econômica. Para evitar eventuais perdas ou surpresas na conversão da moeda, é fundamental observar as taxas cobradas — especialmente o spread cambial —, que pode fazer diferença no valor final que você vai desembolsar em reais.¹¹
| Método de pagamento | Spread / tarifa de conversão | IOF |
|---|---|---|
| Cartão de crédito internacional¹² ¹³ | 5% a 7% | 3,5% |
| Cartão de débito internacional / Conta global ou multimoeda | 0,75% a 2% | 3,5%* |
| Dinheiro em espécie (casas de câmbio no Brasil) | 5% a 7% | 3,5% |
Nota: os percentuais acima são estimativas baseadas na média praticada pelo mercado e podem variar conforme a instituição financeira.
Para quem quer economizar nos pagamentos na Argentina, a opção com melhor custo-benefício costuma ser usar um cartão de débito internacional vinculado a uma conta global.
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A plataforma disponibiliza gratuitamente um cartão de débito internacional sem anuidade, que pode ser usado para realizar pagamentos e saques na Argentina e mais de 160 países. E você também pode cadastrar esse cartão em uma carteira digital, como Google Pay ou Apple Pay, e usar o smartphone para pagar por aproximação.
Não é possível fazer Pix de uma conta bancária argentina diretamente para uma conta no Brasil. Isso porque o Pix opera exclusivamente entre contas em instituições financeiras brasileiras. Ou seja, as duas redes simplesmente não se comunicam.¹ ²
Para quem precisa enviar dinheiro da Argentina para o Brasil, plataformas digitais especializadas em remessas internacionais, como a Wise, costumam ser uma alternativa prática, além de aplicar taxas mais competitivas.
Mas, se você tem uma conta brasileira e está na Argentina, a situação muda de figura. Nesse caso, é possível fazer um Pix para o Brasil normalmente. Basta ter acesso ao aplicativo do seu banco e realizar a transferência — da mesma forma que faria se estivesse no Brasil. ¹⁴
O sistema que mais se assemelha ao Pix na Argentina se chama Transferências 3.0, lançado em dezembro de 2020 pelo Banco Central argentino (BCRA) — apenas algumas semanas depois do Pix brasileiro.¹⁵
Assim como o Pix, funciona por meio de QR Codes, permite transferências gratuitas e imediatas a qualquer hora do dia, e pode ser usado pelo aplicativo de qualquer banco argentino ou carteira digital registrada no sistema.
Vale destacar que o Transferências 3.0 também é um sistema doméstico: funciona exclusivamente entre contas em instituições financeiras argentinas. Um turista brasileiro, portanto, não consegue usá-lo diretamente durante a viagem.
Quem precisa movimentar dinheiro entre Brasil e Argentina sabe que transferências internacionais podem sair caro — em meio a taxas de câmbio desfavoráveis e tarifas pouco transparentes praticadas no mercado. Para economizar, é preciso adotar estratégias inteligentes de câmbio.
Com a Wise, seu dinheiro é convertido pela taxa de câmbio comercial, sem margem de lucro embutida, e com tarifas reduzidas, o que permite economizar nas transações. Para quem está no Brasil, a transferência pode ser paga via Pix.
A plataforma informa todas as taxas envolvidas de forma transparente, permitindo que você saiba exatamente quanto vai pagar e quanto o destinatário vai receber. E você ainda recebe suporte personalizado e ganha um desconto na tarifa se movimentar grandes quantias.
Na calculadora abaixo, você pode fazer uma simulação:
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Como a aceitação do Pix na Argentina ainda é limitada, é importante contar com outros métodos de pagamento. Com a Wise, você pode movimentar seu dinheiro fora do país de forma prática, econômica e segura.
O Rende+ é oferecido pela Wise Assets UK Ltd, uma subsidiária da Wise Payments Ltd, em parceria com a Genial Corretora DTVM no Brasil. Investimentos podem flutuar e o seu capital está em risco. O IOF de 1,1% é aplicado na conversão de BRL para um saldo com investimento. O conteúdo deste artigo é de caráter estritamente informativo. Esteja ciente de que nós não fornecemos orientações sobre investimentos, e você pode ser responsável pelos impostos sobre quaisquer ganhos. Caso não tenha certeza, procure orientação de profissionais qualificados. Para saber mais sobre os fundos, visite o nosso site.
Fontes consultadas:
Fontes consultadas pela última vez em: 30/04/26
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